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Concluímos a última soldagem automática no oleoduto Vaca Muerta Oil Sur (VMOS)!

Publicado 3.12.2025

A última soldagem do oleoduto VMOS, realizada na região de Sierra Grande, em Río Negro, marca um passo fundamental na realização deste projeto estratégico que potencializará a infraestrutura energética da Argentina.

O projeto Vaca Muerta Oil Sur (VMOS), que conectará a Bacia de Neuquén ao Oceano Atlântico, concluiu no último sábado, 1º de novembro, a última soldagem automática em linha regular.

Com dois trechos principais, mais de 1.500 pessoas no pico da obra e três acampamentos operacionais, o projeto VMOS está sendo executado com tecnologias de ponta, como o uso de planta de junta dupla e sistemas de soldagem automática. Esta última permitiu atingir recordes de produtividade — com até 175 soldagens em um único dia — e cumprir os prazos exigidos. Além disso, foram realizadas 76 travessias especiais sobre estradas e riachos.

À frente de obra, Walter Silva, Welding Supervisor, compartilhou sua experiência: “Um dos maiores desafios foi coordenar a logística para construir os 437 km de duto. Estar à frente de uma equipe de 140 pessoas de diferentes nacionalidades foi muito desafiador, mas todos demonstraram enorme profissionalismo e conseguimos trabalhar com a harmonia necessária para cumprir o objetivo. Fico com a satisfação de saber que fizemos um ótimo trabalho”.

De acordo com Alejo Calcagno, Operations Sr. Director - South Region da Techint E&C: “Este marco dá início à reta final de uma obra que mobilizou centenas de fornecedores regionais e impacta diretamente a economia das localidades do sul, fortalecendo a infraestrutura energética nacional”.

Pablo Brottier, Diretor Executivo da SACDE, concluiu: “Projetos como este refletem o constante crescimento na capacidade de execução que desenvolvemos na UT nos últimos anos, tanto em aspectos humanos e técnicos, quanto na incorporação de tecnologia, no desenvolvimento de fornecedores e na gestão logística e operacional de grandes projetos complexos”.

O projeto, que está vinculado ao Regime de Incentivo a Grandes Investimentos (RIGI), prevê uma capacidade inicial de transporte de 180.000 barris por dia a partir do final de 2026, com possibilidade de aumento para 550.000 barris por dia em 2027.

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