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Mulheres que constroem: “Esperei por aquilo que queria e batalhei por isso”

Publicado 10.2.2023

Assim define Micaela Martínez o seu caminho para chegar a trabalhar em campo. Hoje, a partir da área de Administração de Projetos do  Gasoduto Presidente Néstor Kirchner, na Argentina, ela conta  suas vivências e afirma: “É maravilhoso saber que a gente está em uma obra que contribui  muito para o bem-estar da sociedade”.

Micaela Martínez tem 28 anos e é Bacharel em Administração de Empresas. Desde sua admissão na Techint Engenharia e Construção,  através do Programa de Práticas Educativas de Verão, a jovem  construiu um caminho para se desempenhar em sua área. Nesta entrevista, Micaela relata suas experiências na companhia e sua projeção para o futuro.

Quando você começou a trabalhar na Techint E&C?

Entrei na companhia em 2019, na área de Contas a Pagar e, em 2020, passei para a área de Contabilidade. No final daquele ano, através do job posting interno, me candidatei pela  primeira vez para Administração de Projetos e meu primeiro projeto foi na Central Térmica Ensenada-Barragán, onde estive por dois anos até começar aqui, no Gasoduto Presidente Néstor Kirchner (GPNK), sempre na Argentina.

Como foi esta mudança de trabalho: do escritório para um projeto?

São dois mundos diferentes. Em Barragán, conheci um monte de pessoas de todas as áreas, com experiências em obras em várias partes do mundo, e eu pensava: “Tomara que algum dia seja eu quem esteja contando estas experiências”. Eles sempre me explicavam cada pergunta minha com muita predisposição. 

Como é o convívio em projetos?

Compartilhamos uma casa com quatro moças de diferentes áreas. Conversamos e nos apoiamos quando alguma de nós teve um dia complexo. Às vezes, estamos cansadas, comemos em silêncio e, em outras, já estamos rindo e escutando música  às 7 da manhã.  Conseguimos manter um bom convívio. Nos fins de semana, às vezes, estamos juntos para um churrasco, comemos pizza ou sanduíches com o pessoal de diferentes áreas e de diferentes idades, de chefes com mais de 50 anos até jovens de 23. Compartilhar estes momentos fora do trabalho, ajuda a fortalecer os laços.

Como você se sente contribuindo com uma obra tão grande?

É muito gratificante ver o que isso vai significar para a importação de gás, em termos de  economia que será possível conseguir, o volume de gás que vai ser possível fornecer para um monte de pessoas, que talvez hoje não tenha acesso ao mesmo. Quando você vê o mapa com todos os canteiros de obras e o circuito, você pensa: “Uau,é incrível”. É maravilhoso saber que você está em um projeto que contribui muito para o bem-estar da sociedade em geral, porque não é algo para a Techint, vai mais além... Isto é para todo o país, para todos. E é muito gratificante.

Qual é a sua projeção para o futuro?

Gostaria muito de continuar minha formação na área de Planejamento de Custos, por exemplo, mas mais relacionado com aquilo que já estudei; poder me revezar em diferentes áreas para continuar aprendendo um pouco mais de outros setores que integram o projeto. Gosto de ajudar para que os processos possam avançar da melhor maneira possível, me faz sentir valiosa saber que se alguém tiver algum problema, podemos resolver e tudo continua fluindo. Assim é como eu me sinto neste lugar.

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